Computação nas nuvens cresce e cresce

Este termo é realmente intrigante. Quem não sabe do que se trata, pode pensar que ele significa:

– aprender a operar softwares durante viagens de avião;
– que fizeram uma metáfora, que a computação anda tão avançada que chegou às nuvens;
– que os computadores têm orgasmos e ficam nas nuvens com isso (e depois acendem um cigarrinho);
– que todo mundo envolvido com computação vive viajando na maionese, com a cabeça distante, nas nuvens;
– etc.

Enfim, deixo abaixo dois artigos desta semana, interessantes e que explicam melhor o que é a computação nas nuvens e como ela está crescendo:

Nas nuvens, mas nem tanto
A partir de hoje está no ar, em fase beta, a versão em português do Office Live Workspace, o espaço de trabalho oficial para armazenar e compartilhar gratuitamente, na internet, documentos do Word, planilhas do Excel e apresentações do Power Point. Com o lançamento, a Microsoft deixa bem clara sua postura frente à febre do cloud computing. O conceito é amplo: serviços e programas estariam disponibilizados na web, na nuvem, e não mais no HD físico do micro. Para ter uma idéia, os mais empolgados falam até no “fim do software”, o que balançaria as estruturas de gigantes da informática. Balançaria? Leia mais.

Uso de cloud computing cresce apesar de desconfiança
Além dos serviços de email, outro exemplo de cloud computing que vem sendo utilizado já há algum tempo é o armazenamento de fotos online. De acordo com o Pew, 34% dos participantes disseram que guardaram fotos online, enquanto 29% afirmaram ter usado aplicações como o Google Docs e o Adobe Photoshop Express. Leia mais.

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